sábado, 13 de agosto de 2011

Apresentação de Francilangela, nova autora no clube.





Sou Francilangela, casada, mãe, temente a Deus. No mais, vou de acordo com o momento. Quando mais jovem imaginava que uma idéia era cristalizada. Assim, o que eu pensava deveria ser levado para minha vida toda. Hoje vejo que não é desta forma que as coisas acontecem. Posso tecer neste momento considerações sobre a minha pessoa que poderão ser alteradas por uma nova experiência. Amadurecer é maravilhoso no sentido de que você analisa certos aspectos tão claramente. O que era obscuro ou até totalmente despercebido passa a ter sentido. E não considero isto falta de personalidade, mas sim, a capacidade que o ser humano adquire de mudar de acordo com o que vai aprendendo. Mas, é claro, no que acredito, acredito mesmo, até que provem o contrário. Aliàs, que eu aceite o contrário porque também não é qualquer discurso que vai alterar um pensamento de forma repentina. Posso dizer agora que meus valores são Deus em primeiríssimo lugar, minha família, que amo muitíssimo e meus amigos, que adoçam minha vida. Sobre Deus quero dizer que ele me acompanha sempre. Tento fazer sempre o que lhe agrada, ou pelo menos não desagrade tanto. Sei que é difícil, mas tentar, eu tento. Muitas vezes não consigo. Minha língua difama, meu ser enraivece, meu corpo padece, mas acredito que a virtude está justamente em tentar fazer o que é correto e arrepender-se do que foi feito de errado. Mas um arrependimento que leve à conversão e não à autoflagelação ou eterno remoer de atitudes passadas. Se eu errei, errei, me arrependo, aprendo e procuro acertar na próxima. Mas, se não conseguir, volto a me arrepender, aprender e procurar acertar. É cíclico. Deus não nos quer escravos do passado e do erro. O importante é ter consciência de que não agimos bem e continuar vivendo da melhor forma possível. De outra forma podemos nos massacrar tanto que atentamos contra nossa vida nos amaldiçoando ou tendo pensamentos nocivos de nós mesmos, com depressão ou qualquer outro comportamento ou atitude que não leva a Deus, mas ao castigo que impomos a nós mesmos. Sobre a família digo que é o alicerce. Minha razão de viver. Meus pais, que me ensinaram e continuam comigo, meus irmãos, que partilham comigo essa herança familiar, meu marido, grande companheiro nas horas difíceis e meus filhos, cada um do seu jeito ilumina minha vida. Além destes, todos os outros, primos e primas, cunhados e cunhadas, tios e tias, avós e avôs, todos têm sua parcela em minha vida. E, por último, meus amigos, pessoas maravilhosas que caminham comigo em busca de viver e viver bem.


          Fiquem com Deus!

          Francilangela 

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         Texto e criação do autor, ao utilizar este texto, por favor, não se esqueça de mencionar a autoria.


PREFÁCIO

Caneta na mão, versos no coração...
Francilangela


Caros leitores,
Caneta na mão, versos no coração...
Sublime passagem deu-se os meus olhos ao ler tanto encantamento...
Agradeço, não apenas imensamente ao convite longínquo de Francilangela ao convidar-me a este passeio por sua ode tão bem escrita e articulada, sobretudo, emocionante foi a caminhada por dentro de este ser, que não apenas, mulher, mãe, fiel ao Criador; membro efetiva e solícita aos conflitos sociais com o amparo de suas letras... Dei-me de frente a mim, em tantas paisagens paradisíacas rabiscadas de modo simples e de encantamento lúdico.
Francilangela, poeta por natureza, diagnosticou assim, meu conceito tão vão, se comparado a grandeza que aqui encontro, postando-me aos pés da literatura, beijando-os como se cultuasse a presença viva de fragmentos salutares... Em cada palavra, o alimento... Ah, a poesia que me encanta a ponto de transpor-me para dentro de si, e torna-me a ela, um só ser... Assim vejo “Fran”, como gosto de chamá-la, misturando-se de modo homogêneo ao que escrever tão claramente, tornando-se impossível saber quem é Francilangela, e quem é a poesia.
Muito tenho lido; tão pouco encontrado como em “Caneta na mão, versos no coração...”, na poesia, “Sou o que sou, e nada mais”, cito página 65, chorei em silêncio; apenas sentindo a poetisa narrar sobre mim, bem como muitos, ao ler, irão se identificar com as palavras, uma a uma tão bem lapidada com pétalas suaves caindo ao chão; sentindo, e até ouvindo os seus movimentos, quando penso que era ao chão que caiam, engano-me brutalmente, Francilangela, arquitetou nesta poesia, que tais pétalas pousassem em meu âmago, e lá fizessem morada... Tive o desejo de roubar a letra, e dizer – “é minha; é minha; foi feita para mim... “Tamanha o egoísmo de uma fã que a poesia de Francilangela, roubou assim, o coração...
Mais adiante, em minha viagem transliteraria, tropecei em “Fuga”, página abençoada de número 66; desta vez, chorei, não em silêncio, mas querendo gritar, pois a poetisa decodificou meu ser, tal qual se faz com a surpresa de um doce que se prova pela primeira vez... Estava lá, eu no espelho criado por uma inspiração que sentinela... Senti os de Francilangela observando, não as pessoas, e sim, os sentimentos que elas trazem em si. O resultado, só conhecerá aquele que se der a oportunidade em abrir este dossiê com tal zelo como faz o amado ao tocar a sua amada, beijando-a suavemente debaixo da chuva em “Era tão bom amar-te”, cito página 110; o consolo na lembrança, na distância, que não separa sol e lua, entretanto, cura as dores, que as “Lágrimas”, página 55, não se esforçam ao cair, no eu interior de um poeta, que não cresceu, apenas aprendeu a criar os seus filhos e se apaixonar pela vida, e por tudo que nela existe – eis o retrato que consegui pintar da beleza rara deste dossiê que tem por nome “ Caneta na mão, versos no coração...”
Assim termino este convite em prefaciar, sentindo o lapso poético dos sentimentos que dilaceram as palavras, fazendo-me sentir tal quanto as bailarinas descalças dançando no coração da poeisa, entoando entre a melodia de cada verso aqui encontrado, o ser vivo existente na benção que é ser poeta.
Encantando,
Francilangela, a poetisa de um berço necessário.
Adriana Vargas de Aguiar.
Escritora, poetisa, advogada e coordenadora do blog “O clube dos novos autores”.


Texto e criação do autor, ao utilizar este texto, por favor, não se esqueça de mencionar a autoria.

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http://www.clubedeautores.com.br/backstage/my_books/72964


3 comentários:

Adriana Vargas de Aguiar disse...

Seja bem vinda, Fran! sinta-se em casa, aqui é a nossa casa... Onde somos aceitos; lidos, envolvidos neste mundo que amamos, no caso nosso, a poesia!

Francilangela disse...

Obrigada,Adriana.

M. disse...

Boa sorte Fran! Beijos!!!

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