sexta-feira, 27 de abril de 2012

Ima kaze no mokou eh, soshite boku no mokou de



Além do preconceito, além do desprezo, além do protótipo, além do que os outros acham que sabem e muito além de onde se poderia estar. Quem se propõe de verdade a escrever deveria ter por meta o refrão aqui usado como título: além do vento e além de mim...

Quando os grandes seriados importados não lhe chamam mais a atenção; quando você passa pelas estantes de uma locadora suspirando desolado por não encontrar novidades; quando a programação do cinema não lhe interessa mais; quando as produções nacionais não conseguem acompanhar a sua evolução na escada do conhecimento; quando parece que tudo já foi feito... sempre temos a globalização da cultura para nos salvar! Com um simples enter podemos apreciar produções que talvez nunca cheguem ao conforto da nossa televisão.

Arashi, My Lovely Kim Sam Soon. The 1st Shop of Coffee Prince, Hana Yori Dango, Hanazakari no Kimitachi E, Kimi wa Petto, Lovely Complex, Taiyou no Uta, Koizora… Algo lhe soa familiar? Provavelmente não. Todas essas palavras infelizmente só têm sentido para poucas pessoas que conheço.

Então, quer um conselho sobre escrever: não tenha medo de ir além de você... E chegue a todos os lugares onde gostaria de estar, mesmo sem tirar os pés do chão. Porque, como continua a música, tabi wa tsuzuite, kono michi wa tsuzuite (a jornada continua, esse caminho continua).

Esta crônica foi publicada pela Lhaisa, na terceira edição do "Quixote", Fanzine do Grupo Gauche de Literatura.

2 comentários:

Fabiana Cardoso disse...

Gostei da parte em que você falou 'Nao tenha medo de ir alem de você... E chegue a todos os lugares onde gostaria de estar' ! Ao escrevermos isso se torna real!
Abraços Fabi
www.fabianacardosoescritora.wordpress.com

Ahtange disse...

Interessante! E se perdemos esse medo vamos além de nós.
Bjos!

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